Na tarde desta quinta-feira (23/01), o Coordenador do Núcleo de Telessaúde do Maranhão (NTS-UFMA), Pf. Dr. Humberto Serra marcou presença no seminário “Conexões pela saúde: Maranhão na luta contra a Hanseníase de Janeiro a Janeiro“, no auditório da UNDB.
O evento alusivo ao Janeiro Roxo, mês de combate à Hanseníase, foi promovido pelo Governo do Estado por intermédio da Secretaria de Estado da Saúde (SES). O seminário marcou a abertura da campanha “De janeiro a janeiro: prevenção o ano inteiro“, que visa conscientizar a população sobre o diagnóstico precoce da Hanseníase e sobre o tratamento completo ofertado pelo SUS.
O Coordenador do NTS-UFMA participou da 4ª mesa do seminário, que apresentou e debateu tecnologias que favorecem o tratamento da Hanseníase, como é o caso da Telessaúde.
O Pf. Dr. Humberto Serra abriu a sua fala introduzindo aos presentes o programa “Hanseníase em Foco“, que tem concentrado todos os seus esforços no controle de casos de Hanseníase no estado do Maranhão. O projeto tem atuado em três frentes: conscientização, capacitação profissional e ampliação do acesso aos serviços de saúde.
Entre as ações do núcleo que têm contribuído para a classificação do Grau de Incapacidade Física (GIF) em pacientes de Hanseníase, o coordenador destacou as teleconsultorias síncronas e assíncronas pela SOFIA, as teleinterconsultas via Consultório Virtual e os treinamentos à distância que capacitam médicos, enfermeiros e agentes de saúde.
Com o projeto “Hanseníase em Foco“, o Núcleo de Telessaúde da UFMA tem colaborado com o diagnóstico precoce e com o manejo da doença, evitado encaminhamentos desnecessários, qualificado os atendimentos, economizado valores de deslocamento para gestores e ajudado na luta pela melhora dos indicadores de Hanseníase no Maranhão.
Redação: Maria Seabra
| Nota: O Brasil é o 2º país do mundo com mais casos de hanseníase, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), sendo o Maranhão um dos estados brasileiros com maior incidência da doença. Nele, os indicadores se devem a condições socioeconômicas desfavoráveis, principalmente o acesso limitado a serviços de saúde de qualidade em áreas mais remotas. |


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